Refém do celular


Se você consegue sair de casa sem bolsa, mas não sem o aparelho, talvez sofra de nomofobia (ou medo de ficar sem o celular).

O termo se aplica a dependentes de qualquer tecnologia que nos mantém conectados. Calcula-se que 13 milhões de britânicos sejam nomofóbicos. Uma pesquisa feita no Reino Unido com 2 mil pessoas mostrou que 53% delas se sentem ansiosas quando acaba a bateria. E, pasme, a falta do aparelho pode ser mais estressante que terminar um namoro!!!! Que absurdo isso! ahahah...

Não há números no Brasil. Mas basta lembrar que há mais celulares habilitados do que habitantes no país para suspeitar que estamos viciados. 

Os sintomas de que essa relação passou do limite são: preocupação excessiva com o celular e o costume de interromper tudo para responder à chamada. Ainda que você não exagere, o uso constante pode causar stress e atrapalhar a concentração. Isso sem contar nos possíveis (e controversos) efeitos da radiação. 

Se por um lado os fabricantes garantem respeitar os limites oferecidos pela OMS, por outro, os críticos argumentam que as consequências da nova tecnologia só serão conhecidas no futuro.


Para não abrir mão do conforto
OMS (Organização Mundial de Saúde)

  1. Evite encostar o aparelho na cabeça. Prefira os fones de ouvido e viva-voz.
  2. Leve o aparelho na bolsa e não no bolso.
  3. Não utilize o celular no elevador ou dentro do carro, pois a radiação tende  a se concentrar. Nem fale com o sinal fraco.
  4. Não durma com o celular perto de você.
É... infelizmente não sigo esse pequenina listinha e sou uma refém do celular no grau 1!! :((( Tentarei amenizar as situações! hahaha...

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